terça-feira, 28 de junho de 2011

COWBOY




Uma colega de trabalho estava comentando que colocaram erroneamente na internet “caubói”. Ai, ela me perguntou se eu sabia como é que era que se escrevia. Menti, mas, depois, fiquei chateado. Pois, o problema não é saber ou esquecer a grafia de uma palavra; pode-se procurar o significado, pesquisando no dicionário. A dificuldade é a pessoa não procurar aprender e persistir no erro.




Se pudesse voltar atrás, diria que não sabia. Entretanto, coloco aqui na crônica: “ EU NÃO SEI...”. Ao chegar a minha casa, pesquisei na Internet o jeito correto da expressão e descobri que tem formas aportuguesadas de escrevê-la (caubói e cobói). Portanto, o erro mencionado antes, não seja propriamente um equivoco grotesco e sim uma derivação da palavra. Ao observarmos a história das diferentes culturas da História da humanidade, nenhuma ficou cristalizada, pelo contrário, houve trocas e variações que formaram novas culturas. No Brasil, diversas línguas como o português, o francês e o inglês entre outras se misturaram e formaram um jeito “abrasileirado” de falar.




Concordo que aprender nunca é demais, conhecer que a grafia original inglesa é cowboy ("homens do gado") é mais um achado para enriquecer culturalmente. Todavia, deve-se entender que no âmbito da linguagem e da cultura, nada é cristalizado. Tudo se transforma.