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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

ANIVERSÁRIO

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Crédito da foto: http://www.verruganagordura.com/wp-content/uploads/2011/11/vela-de-casamento-2.jpg



Hoje, é meu aniversário e queria muito escrever alguma coisa. Confesso que fiquei sem inspiração e com receio de repetir ideias já abordadas em outros textos. Mas, tirarei leite de pedra. Preciso treinar a escrita.
Aniversário é o abraço do passado e do futuro. Morremos e nascemos.
Vejo-me com 33 anos e percebo que vivi vários ciclos. Fui várias pessoas vagando no mundo na busca de me encontrar. Cada uma representa um tijolo que constrói minha individualidade.
Mesmo em épocas diferentes, o sentimento de comum de atravessar um labirinto particular persiste e ele fica mais forte quando meu aniversário chega.
Início e fim se encontram e o outro eu continua a jornada do antigo. Sinto-me que vivi várias vidas.

AUTOCONTROLE

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Crédito da imagem: http://ultradownloads.com.br/papel-de-parede/Olho-de-Gato/
De repente sinto uma ira do mundo. Vejo-me uma força destruidora. Quando estou deste jeito, preciso escrever ou inventar algum vídeo. Canalizar esta raiva em algo terapêutico. Não quero ser Tsunami. Sou forte o bastante para me controlar, principalmente meu lado sombrio.
Esta crônica não deixa de ser um grito, não tem qualidade literária. É explosão de emoções e pensamentos.
Às vezes, sinto-me cansado de me domar. Mas, sei que para viver a liberdade, preciso ter controle de mim mesmo. Pois, ser levado pelos impulsos, irei me transformar num escravo dos instintos.
Meus pais sempre falam de equilíbrio e como odeio esta palavra. Quero extirpá-la do dicionário. Porém, preciso dela para conseguir me salvar.
Respirar fundo ajuda a pensar sobre o remorso que terei ao destruir a vida dos outros, refreia-me.

Sou livre por aprender a controlar meus instintos e delírios.
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SER RIDÍCULO

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Tenho o direito de ser ridículo. Enganar-me ou me expor. Principalmente, nos meus espaços virtuais. Fiz até um vídeo sore o assunto, mas resolvi escrever para exercitar meu lado aspirante a cronista.

Por esses dias, tomei uma atitude que jurei nunca mais fazer. Antigamente, enviava textos por e-mails para jornais e isso foi um mico terrível, já que eles eram verdes para a publicação. Não tive resposta. Agora, mandei uma história para um site de humor e com certeza acontecerá a mesma coisa.
Percebo que quando viajo na maionese nesses devaneios de ser escritor ou artista, descarrego toda minha ansiedade e quando retorno, estou sereno para viver o cotidiano.
Por isso, não terei vergonha de ser ridículo. É uma forma de me autoconhecer, administrando minhas fantasias e obrigações.