domingo, 27 de janeiro de 2013

À VONTADE





Duy Huynh


Tudo bem... todo escritor quer ser lido e entendido. Mas, é tão bom escrever coisas que saem de uma confusão mental. 

Para o outro, o leitor, é sem sentido, mas, para quem escreve é libertador. 

Lógico que tudo em um preço. Não ser entendido é se transformar em louco varrido. 

Porém, estou disposto a assumir a consequência de exercer meu direito de escrever o que desejar. Usar asas de palavras para experimentar diferentes sensações. 

Podem comentar à vontade! 



sábado, 26 de janeiro de 2013

RECADOS AOS PROFESSORES DE PORTUGUÊS DE PLANTÃO




Hoje, comprei um iphone de última geração e darei um recado para os que se acham professores de português de plantão. Pois, sempre estão me corrigindo nas redes sociais, só por cometer alguns equívocos como escrever roza, geito e previlégio. Então falarei para essas pessoas... 

Queridos, eu posso eu posso escrever da maneira que eu quiser. Eu sou rico e já tenho tudo que eu quero. Eu não preciso saber de nada, eu já tenho tudo que quero. Seu quiser escrever casa com z, eu vou fazer isso, porque eu posso tudo. Diferente de vocês. 

Outra coisa também... Vocês precisam estudar, necessitam escrever corretamente. Do contrário, morreram de fome. Se o pobre não tem o dom para o futebol e nem tributos para ser modelo, manequim e atriz será o quê?  Bandido, pode morrer cedo. O estudo é a única forma de vocês, povinho, de melhorar um pouquinho de vida. 

Outro fato, também, não vou mais andar de Ferrari nessas estradas brasileiras, são muito ruins. Não consigo sentir a potencialidade do meu carro. O motivo é esse, não porque matei sem querer algumas pessoas (uns pobrezinhos aí). Simplesmente, dou uma cesta básica e uma mesada de cinco ou seis mil reais para os familiares e aí eles ficam até satisfeitos comigo.

 Tudo na vida tem um preço e eu compro minha paz, tudo. Já vocês, coitados, não compram nada. Se comprarem, ficam enforcados com prestações em dez vezes. Coitadinhos, escrevem tão bem, mas devem tudo endividados e com o nome sujo no SPC. Sentem dor de cotovelo porque posso tudo e vocês, nada. O  recado está dado, escreverei do GEITO que quiser!!!


domingo, 20 de janeiro de 2013

O QUE É SER IGNORANTE?




Não conhecer ou pensar que conhece?

Estar mergulhado nas trevas ou na superfície das luzes?

Não sei, mas viver nas profundezas da ignorância é mais autêntico em relação a uma ilusória intelectualidade de almanaque. 

Às vezes, sinto-me uma farsa, por só conhecer o raso das coisas.  Tenho vergonha de me perceber uma fraude. Porém, viver na ignorância absoluta é o estado de não pensar em nada. Viver como animal.

Não quero isto. Mas, o que desejo? Sei lá. A única certeza que possuo, é estar bem em cima da fronteira.  

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Curtindo a Vida Adoidado






Curtindo a Vida Adoidado


Ao zapear a tevê, encontrei este filme. Lembrei-me da época que o assistia na Sessão da tarde e me esquecia de fazer a lição de casa. Bons tempos...

A história do garoto que finge estar doente para curtir a vida, não é um bom exemplo, mas, ficção não é realidade. Os personagens simulam, enquanto, os indivíduos vivem. Por isso, os personagens podem fazer tudo, já as pessoas de verdade, quando tomam uma atitude, podem causar danos em outras vidas. 

Os filmes, livros ou novelas em geral servem como válvula de escape, para que se possa distrair e descansar do cotidiano, muitas vezes maçante.  Considero que não se pode confundir a produção artística com a realidade. 

Em CURTINDO A VIDA ADOIDADO há uma cena que o protagonista e os amigos estão em um museu e observam as obras de arte. A fruição artística que eles tiveram, muitas Instituições de ensino não proporcionam aos alunos. Ao observarmos ao redor, o hábito do gosto da leitura, cinema e música é construído fora do aprendizado convencional. Nos corredores do recreio, nas ruas ou em conversas ao acaso. Inclusive, não deixa de fazer uma crítica ao sistema de ensino, que com sua burocracia não estimula o prazer do conhecimento.

Também, ao término do filme, comecei a pensar sobre a questão da liberdade. É difícil vivê-la plenamente, uma vez que o ser humano está inserido numa sociedade e a cada atitude que se tem, refletirá na vida dos outros.  O protagonista com sua irreverência acredita que a vida é muito curta para se preocupar com as normas da escola. Porém, como se livrar das obrigações? 

A descoberta da vida adulta é perceber que não somos livres. Mesmo que façamos o que gostamos, há um preço a se pagar. 

Assim, o filme é tão fascinante; mexe com a utopia de uma liberdade plena, sem obrigações. Muito  distinto da vida real.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

outros olhares





Uma amiga: "A rabanada é feita de pão velho, sabia? 
Em francês ela se chama pain perdu - ou seja pão perdido, pois é uma forma de aproveitar o pão que já passou da hora boa para ser comido fresco. Aqui as padarias produzem o pão para se fazer rabanadas... veja só a cultura do aproveitamento versus a do desperdício. Algumas horas eu acho que deveríamos passar por guerras e fome para aprender outros valores. "

***
É por isso que eu digo, sempre é bom aprender e a perceber a ignorância, para não ficar preso no alto da torre do ego.

EXPECTATIVAS PARA 2013


ano novo 11 Mensagens de Ano Novo 2013

Fico tentando conciliar texto e vlog, mas não quero me prender. No momento, quero escrever uma crônica e fim de papo.

Não tenho planos grandiosos para 2013. Só desejo serenidade e concentração no trabalho, para fazer tudo certo. Aconteceram algumas coisas chatas no trabalho que me estressaram muito em 2012.

Também, almejo caprichar mais na prosa e nos vídeos. Mas, não me refiro na parte técnica e sim ter mais cuidado com a produção. Já que isso me faz bem, por que não melhorar?

Realmente, esta crônica tem jeito que será datada. Talvez, passado algum tempo, irei achá-la ridícula.  Porém, agora, ao escrevê-la me faz bem.  

Simplesmente, soltar palavras ao vento como terapia não pode ser literatura, porém lava a alma.  Só escrever com pretensões literárias é tão castrador.

Continuarei a praticar isso, sem pudor.