segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A vida é repleta de mal-entendidos...




Lembro-me de um que fiquei bem chateado comigo mesmo. 

Já faz tempo, estava fazendo um curso sobre literatura hispano-americana e a turma procurava o professor, para tirar dúvidas sobre um trabalho. Um grupo ficou esperando, enquanto o outro foi procurá-lo. Fiquei com o segundo grupo.

 Quando o encontramos, conversamos tanto que nos esquecemos de avisar a outra parte da turma. Só percebi o que aconteceu, quando vieram com caras não muito satisfeitas. Confesso que fiquei muito mal com a situação, pois poderiam me interpretar erroneamente, achando que eu e meu grupo queríamos exclusividade do professor. 

Da minha parte não foi isso, só foi esquecimento. Tentei até explicar, mas, sabe aquela teoria de que quanto mais se explica mais se complica? Resolvi me calar e ficar com minha verdade. O aprendizado que levei disso foi ser mais cuidadoso com minhas atitudes.

Outro fato, mal-entendido pode levar ao questionamento da moral de uma pessoa e a dúvida é um veneno cruel para a reputação alheia.

domingo, 25 de janeiro de 2015

O Atentado(2012)



Depois de assistir ao filme, fiquei pensativo como a luta entre os palestinos e os israelenses é complicado. Porque quando um ataca o outro produz um a onda gigante de destruição cíclica e eterna.

Lembrei-me que vi um filme sobre este tema: Violação de domicílio, que narra a história de um casal, o qual entra em conflito sobre o futuro de sua família. A esposa quer se mudar, enquanto o marido defende a permanência. Em meio a discussões, o local é invadido por soldados israelenses e a família é mantida como refém na própria casa.  

Em O Atentado conta a vida de Amin Jaafari, de origem palestiniana e que trabalha como cirurgião num hospital de Tel Aviv, Israel. Aparentemente sua vida é tranquila e bem sucedida tanto na profissão como no amor. Depois de receber um prêmio de medicina, Amin vê seu castelo de areia desmoronar, quando descobre que sua mulher morreu ao detonar uma bomba em um restaurante que matou várias crianças.

Sua vida desmorona (no início das investigações, ele foi preso como suspeito e liberado em seguida) e ele percebe que não tem um lugar no mundo, pois está dividido entre a Palestina e Israel e os dois lados desconfiam dele. Os palestinos o encaram como “vendido” e os judeus, um possível traidor.  

Além deste conflito, Amin sofre pela morte de sua esposa. Ele a amava e ela o amava também. Questionava o porquê de ela ter feito isto. Será que ela foi manipulada? Deseja respostas e viaja a sua terra natal.

Ao chegar lá, percebe que será difícil encontrar respostas e, ao longo de sua busca, percebemos que o que leva muitos palestinos a se explodirem em territórios de Israel, origina-se de conflitos muito antigos entre os dois povos. Os terroristas são considerados mártires e verdadeiros heróis para muitos palestinos. Há várias fotos da mulher dele por todo lugar.

Amin se transforma em um apátrida, tanto os israelenses como os palestinos o veem com desconfiança e não tem mais como ser refugiar nos braços de sua amada.   

Enfim, o filme não deixou meus pensamentos e até sonhei com ele.
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Acho interessante colocar aqui o significado de mártir para se entender um pouco o que se passa na cabeça destes terroristas. Não estou defendendo, mas quero  entender.




segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

STATUS: ESTOU COM MEDO

O grito Edvard Munch



A mudança climática já está afetando a gente, não tem como negar. As autoridades do país e do mundo precisam encontrar uma solução URGENTE. Porque, do contrário, haverá mais intolerância e terrorismo. Já pensou? Mais imigrantes fugindo do clima?

Aqui no Brasil, o bagulho está doido, dizem que não chove no sudeste por causa do desmatamento da Amazônia. Se a floresta acabar, o sudeste virará deserto. Então, imagino-me um retirante do Sudeste. Vou para onde? Sou pobre e o que acontecerá comigo? Não queria passar os restos da minha vida sendo expulso dos lugares e viver à deriva.

Precisamos mudar urgentemente, o meio ambiente está se transformando. Será que não sentem isso? Precisamos entender que a gente não é o centro de tudo, mas um grão como todos os seres vivos do planeta. Não dá mais para ter essa ideia antiga de que o homem tem de que dominar a natureza, já que a população humana aumenta vertiginosamente, causando assim desequilíbrio no planeta.

O desenvolvimento sustentável precisa ser mais difundido, além de novos recursos para obter energia. Cada vez mais reafirmo a ideia de que quem acabará com o planeta será a raça humana.


Estou com medo e o pior, acho que não estou exagerando. Enquanto isso, as pessoas continuam a gastar água como se ela fosse eterna e a produzir "Everestes" de lixo.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

PENSAMENTOS DIALÉTICOS CONTINUAM


Obra de Márcia X

Depois dos últimos acontecimentos em Paris e a discussão sobre terrorismo, liberdade de expressão e democracia. As autoridades francesas detiveram o humorista Dieudonné  . Condenado por antissemitismo, ele , que liderou uma corrente que se autoidentifica 
com uma saudação pseudonazista, publicou no domingo mensagem no Facebook que dizia “Eu me sinto Charlie Coulibaly”. O humorista não fez a mesma coisa que os chargistas franceses? Cadê a liberdade de expressão e a democracia?

Lembrei-me de um texto antigo meu que abordou um pouco essas questões. Na época, tive muito mais dúvidas que conclusões e anos depois, os questionamentos continuam. Como compreender a verdade, se o mundo é um labirinto de janelas para outros olhares?

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Quando soube que uma obra de arte ( Desenhando em terços de Márcia X) foi censurado na exposição “ ERÓTICA”  no CCBB, achei besteira à primeira vista. Só porque a artista desenhou pênis com terços. Mas depois, me lembrei de que não concordei que um jornal europeu publicou a imagem de Maomé, pois, para  o mulçumano isso é uma blasfêmia. Sempre achei que eles eram injustiçados pelo ocidente. Estou sendo contraditório. Mas o ser humano não deixa de ser ambíguo.

O que é liberdade de expressão? Ela não muda de acordo com pontos de vistas diferentes? Atualmente acho tudo tão complicado, pois tudo se refere a valores subjetivos que são influenciados por um contexto histórico. 

Quando eu fui à exposição, vi diversas manifestações desde artefatos das civilizações antigas  a artistas contemporâneos. Então, se colocasse um quadro em que mostrasse um fetiche masoquista: um nazista violentando uma judia, não chocaria? Mas não é uma representação artística? Muitas pessoas não sentem prazer na dor. Erotismo não mexe com os sentidos e sensações? 

Por outro lado, muitos são adeptos da arte pela arte. Ela tem que ser livre, sem restrições sociais, econômicas e políticas.  Contudo, não precisa haver limites, para que cada um respeite o espaço do outro? Quanto mais penso não consigo ter uma opinião e sim mais dúvidas. Li artigos e opiniões sobre a censura do quadro da exposição erótica. Minha cabecinha ficou embaralhada com tanta informação. Não sei o que escrever. Aí me perguntam, por que escreve então? Leia mais. Mas, preciso colocar na tela do computador. É uma forma de me organizar. O artista muitas vezes não está à frente do seu tempo? Vladimir Nabokov quando escreveu Lolita escandalizou muitas pessoas na época. Apesar de contar a “história de um pedófilo”, o livro faz uma crítica sarcástica e impiedosa da sociedade da sociedade americana de consumo e a hipocrisia da época. O escritor foi transgressor.

O papel da arte não é esse? Construir visões críticas e reflexivas sobre o mundo? Entretanto, não precisa ter um limite, para que não agrida os valores dos outros?  O que fazer? Sinto-me tão contraditório, que me perco nos meus pensamentos dialéticos.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

ANTIGO E ANTIQUADO

Imagem encontrada no google

O antigo é atemporal, pode-se reviver em qualquer época, já o antiquado, não. O primeiro está ligado com o lúdico e o lírico ( quem nunca brincou de fazer sombras com as mãos, usando a chama da vela, quando faltava luz?), enquanto o segundo é moda de uma época( quem nunca se envergonhou de ver uma foto antiga, em que estava vestindo uma roupa “cafona” ou corte de cabelo ridículo para os padrões de agora?).
Lógico, que existe a subjetividade individual. Uns podem achar perda de tempo colecionar disco de vinil, porém, para outros é uma forma de se conectar com uma lembrança perdida, revivendo um passado distante.
Por exemplo, quando vou ao cinema, ainda sinto aquela expectativa quando era menino. Não me acostumei a assistir filmes em notebook, tablet e celular. Não sei, parece que quebra a magia e tudo fica tão banal. Acontece a mesma coisa com os livros, prefiro lê-los " fisicamente", tenho a sensação de que compreendo melhor.
Bem, como já disse antes, cada um tem seu jeito de interpretar o que é antigo e antiquado. Entretanto, não se pode negar que essencialmente o antigo vive na gente, inclusive, nas obras de arte que são representadas em várias versões em épocas diferentes. Observamos este fato através das peças de teatro, filmes e novelas que sempre retomam um clássico da literatura, adaptando-as para os "dias atuais".

O antiquado é descartável, pois seu sucesso só faz parte de um tempo, tornando-se vazio de significados no futuro.


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O OVO OU A GALINHA 2




Gostei de assistir esse vídeo, porque faz uma contextualização dos ataques terroristas que aconteceram em Paris. Sai do discurso maniqueísta que provocam ainda mais intolerância. Felipe Pena discute como entender a mente de extremistas que desejam "morrer como mártires".   Acho importante entender o pensamento de um indivíduo que pratica um ato terrorista. 


domingo, 11 de janeiro de 2015

O OVO OU A GALINHA?





“O absurdo é a razão lúcida que constata os seus limites.”
Albert Camus

Com as últimas notícias sobre o terrorismo, me vem a pergunta: Quem nasceu antes, o ovo ou a galinha? Acho que a ira contra simples desenhos é uma ponta do iceberg, e, não acredito que os ataques foram somente por motivos religiosos. Existem conflitos antigos que perpetuam, trocando só os atores desta peça absurda.  Agora, os imigrantes de religião islâmica serão ainda mais perseguidos, trazendo mais revolta e ataques terroristas. Mas, por que dos ataques? Será que não foram atacados antes? Como surgiu tanto ódio? Através da História observamos a busca da hegemonia entre os povos, que sempre levou as guerras horrendas. Não sou especialista de nada, mas, na verdade, acredito que nada é tão simples como aparenta.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

TRISTE





“Do fanatismo à barbárie não há mais do que um passo.”

Agora, o quê fazer com fanáticos? Ou se tolera ou mata. Não adianta tentar mostrar argumentos racionais sobre o direito da Imprensa ou a liberdade de expressão. Por exemplo, qual a lógica de atacar um jornal só porque publica charges críticas e de humor sobre questões sociais, políticas e religiosas?  O indivíduo que tem o bom senso nunca praticará este ato.

Mas, Os fanáticos vivem fechados em si e nem seguem à risca os verdadeiros valores religiosos. Vangloriam a morte como se fosse a glória deles com o intuito de ingressar ao "Paraíso". 


Ainda mais, que tudo está tão pulverizado, que a gente não saberá de onde o tiro partirá. Agora, não só existem fanáticos religiosos, mas, integrantes de partidos políticos, de torcidas organizadas de futebol entre outros. Caramba, o que fazer com toda essa gente que torna o mundo mais triste e sombrio? 

Podem me chamar de covarde, porém, prefiro tolerar e nem me aproximar desse tipo de gente que em nome de ALGO MAIOR extermina qualquer coisa que atravesse o caminho.

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Observação: Concordo que qualquer tipo de violência precisa ser combatido. Os terroristas que atacaram um jornal na França cometeram uma barbaridade.  Mas, a questão que quero levantar é como lidar com os fanáticos, já que vivem em outra perspectiva. Ou os ignora ou fica nessa guerra constante.


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

VAZIO DE SIGNIFICADO







Pessoal é o seguinte, não estou nivelando por baixo, mas, sempre ouço críticas em relação ao funk brasileiro e ao assistir clipes de muitas músicas americanas de sucesso, inclusive entre os jovens, a baixaria é tão quanto. E o pior que tem gente que canta e nem sabe o significado.
Sei lá, tornar-se adulto é ser promíscuo, usuário de drogas, beber até vomitar e arrumar confusão? Pelo menos as gerações passadas ( 68, 70, 80 do século xx) tinham alguma ideologia que justificavam suas atitudes. Agora, só existe vazio de significados.
Olha só a profundidade da letra da música:


Novidades 2015


sábado, 3 de janeiro de 2015

Álbum de família

Imagem encontrada no google


O filme tem um olhar duro da família e mostra como o ressentimento e a falta de comunicação prejudicam o relacionamento familiar. Inclusive, como pais e filhos reproduzem em geração em geração uma forma de educação muitas vezes conflitante e violenta. Álbum de família é triste de assistir, pois mostra pessoas que não vivem os verdadeiros sentimentos de família, só se toleram e se ofendem.  Por isso, é um tipo de filme que faz refletir sobre a família e a sociedade em que vivemos.

Uma crítica mais abrangente sobre o filme: http://cultura.estadao.com.br/…/cinema,com-julia-roberts-e-…

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

IMPRESSÕES




Bem, quando terminei de ler ECCE HOMO( Eis o Homem) fiquei com medo de comentar, já que não sou um especialista em filosofia e não queria me passar por um indivíduo sem noção que lê só um texto e se acha O ESPECIALISTA no assunto. Mas, preciso escrever o que entendi e sempre estarei aberto às críticas construtivas. Também, porque não posso falar de Nietzsche? Tenho consciência que ainda tenho muito que compreender sobre seus escritos e quem sabe, através das minhas primeiras impressões, encontro outras fontes e caminhos.

Antes deste livro, li há muito tempo O Anticristo e ao ler ECCE HOMO complementou algumas ideias que tive, quando li o outro. Não posso me esquecer de que estou lendo O Viajante e Sua Sombra do mesmo autor. Em ECCE HOMO, Nietzsche faz uma autobiografia e comenta sobre suas obras, explicando-as sobre o momento que as escreveu e o que estava passando.

Pelo que entendi dos dois livros que li e do que estou ainda lendo é que Nietzsche busca a autenticidade e não quer reproduzir valores de sua sociedade sem questionar. Para ele, a moral não é um fato, mas um ponto de vista. Logo, não existe a verdade absoluta, pelo contrário. Discute sobre o livre-arbítrio, questiona se ela existe realmente e se na verdade não passa de um princípio dirigido pela moral vigente. Também, o cristianismo com seus valores fazem os indivíduos se tornarem tolhidos e sem capacidade de pensar.

Ele é contra o idealismo da Modernidade, porque a pessoa deixa de viver as pequenas coisas da vida para percorrer a estrada impossível da “perfeição”.

“51- SABER SER PEQUENO
Perto das flores, da erva e das borboletas, devemos saber abaixar-nos à altura de uma criança que mal as ultrapassa. Mas nós, de idade, crescemos acima dessas coisas e devemos nos curvar até elas; creio que a erva nos odeie quando confessamos o amor que temos por ela. – Aquele que quiser tomar parte em todas as coisas boas deve também se dispor a ter horas em que é pequeno.” ( O Viajante e Sua Sombra)

E o mais importante que aprendi foi que, para ele, ser forte é superar as fraquezas. Nietzsche disse que quando estava doente, tornou-se um indivíduo melhor. Através do sofrimento, voltou-se para si para encontrar a força e se superar. Isso que é ser Super-homem.


Enfim, há várias passagens que não entendi, mas foi bom exprimir minha cabecinha para entendê-lo. Assisti a um vídeo da Vivia Mosé, o qual me ajudou bastante.  Quando terminar o Viajante e a Sombra, tentarei escrever alguma coisa, ou não...



Especial Nietzsche - Viviane Mosé - Café Filosófico (Exibido dia 29.03.2009)

Catfish

 
Imagem encontrada no google


É o filme que originou a série da MTV. No documentário, tudo se inicia quando Nev,  um fotógrafo profissional na época que o filme foi feito, recebe a pintura de uma de suas fotos. Ele vivia com seu irmão, Ariel, em New York, e teve algumas de suas fotos publicadas. Foi assim que Abby Pierce, uma menina prodígio de 8 anos, teve acesso ao seu trabalho. E foi assim que ele e Abby se transformaram em amigos no facebook, e todo o resto começou, levando o fotógrafo a se relacionar virtualmente com os “parentes” da menina e até “intimamente” com sua irmã mais velha, mesmo que nunca a viu ao vivo e a cores. Porém,  ao decorrer  do documentário a verdade vem à tona. 

O documentário está no youtube e meu objetivo não é fazer a resenha dele. Quero comentar sobre o título e a história que o originou. A explicação é o seguinte: Ao transportarem bacalhau do Alasca para China, perceberam que os peixes desta espécie ficavam sem gosto e a carne mole. Então, alguém teve a ideia de coloca-los junto com os bagres(Catfish) e observaram que os bacalhaus ficaram mais vivos e ágeis.

Logo, Catfish são pessoas que fazem a gente ficar mais alerta e esperta. Adorei isso, ao invés da gente se vitimizar, temos que agradecer os bagres(Catfish) por nos tornar mais sagazes. Tirar proveito de nosso erros e fraquezas nos torna mais fortes. Inclusive, mais cuidados, pois, vivemos em um mudo que a segurança da informação está cada vez mais problemática. Tiramos fotos, espalhamos nas redes sociais e nem temos o controle disto. Será que alguém está manipulando ou usando nossas fotos por aí? Dá até medo de pensar. Mas,  o jeito é ficar  precavido e astuto.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

2015

Imagem encontrado no google


Ano novo, receberei você de braços abertos, mas, não o idealizarei. Terá acertos e erros como a mim. Sorriremos, choraremos, brigaremos e ficaremos bem um com o outro. Irei nascer contigo e morrerei junto com você no primeiro dia do ano seguinte, é o ciclo da vida. Vivi muitos inícios e fins e a cada ano guardarei na minha memória, apesar de que 2014 foi dolorido, porém, não terei magoas, pois não existe ano ideal. Caro 2015, venha do seu jeito! Aprenderemos um com o outro, meu inimigo-amigo-querido. Digo assim porque a gente vai brigar e fazer as pazes várias vezes.

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Acho que me plagiei, mas não posso me "autoprocessar".