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Reflexões que tive, depois, de assistir ao filme Una...

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Pois é, fiz o vídeo aos trancos e barrancos e não deu para escrever  a crônica devido a certos problemas técnicos.  Agora, tentarei desenvolver  pela escrita, minhas reflexões. 

Antes de qualquer coisa, não pretendo fazer uma análise crítica do filme e nem uma resenha. O objetivo  do texto é desenvolver os pensamentos que tive, ao término do filme. 

O resumo básico: Uma jovem vai ao encontro do ex-vizinho bem mais velho para confrontá-lo. A partir daí, por meio de flashbacks conta o romance proibido  que os protagonistastiveram, na época ela tinha treze anos. O término  foi bem traumático. 

Bem, chego ao ponto que almejo desenvolver, a questão  do ABUSO. Em muitas ocasiões, o abuso não só se manifesta pela violência, pelo contrário, a sedução é outra forma de molestar o outro. Principalmente, um menor de idade que não tem tanto conhecimento e defesas como o adulto. O adolescente é impulsivo, além da explosão  de hormônios  e com a descoberta da sexualidade, retamente, ele pode se sentir …

Na mesma tecla

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Fake news

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O único título para este texto que o define bem... ABSURDO

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Por curiosidade, dei uma olhada como seria se fizesse um empréstimo no banco, que foi liberado para mim.
Levei um susto!! As parcelas tomam todo o meu salário e o pior é que pagarei muito mais o valor, devido aos juros exorbitantes e surreais.
Gente!! Isto é um roubo legalizado, que leva as pessoas ao desespero. 
Antigamente, confesso que julgava os indivíduos que se endividavam por serem consumistas ao excesso. Entretanto, não é só culpa deles. Os bancos se utilizam da ignorância do povo, para "arregaçá-lo". Por exemplo, quem teve educação financeira na escola? Logo, muitos caem na armadilha dos empréstimos.
Também, nunca se sabe o dia de amanhã. Muitas vezes, os empréstimos são solicitados, para pagar remédios de alguém doente ou para ter comida em casa. 
É muito fácil culpar o povo e o consumismo individual. Entretanto, existe um abuso legalizado dos bancos. Pelo menos, o banco não mata como os agiotas. Bem... Diretamente não... Mas, o stress pode levar ao óbito.
A única cois…

"Prezados" Assassinos

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Os senhores pensam que são poderosos só porque têm um arsenal de armas para usarem contra seus inimigos, mas, na verdade, são fracos. Escondem-se em fortalezas e poderios bélicos. Com certeza, nem se importarão com esta carta. Estão tão voltados para si, que não enxergam nada além de seus egos doentios e perversos. Entretanto, digo a verdade aos senhores. São frágeis e insignificantes, não suas vítimas. Quem deseja poder e ser temido, o tempo todo, é covarde e inseguro. 
Ser forte é possuir empatia com os outros e ser ético. Procurar alternativas para um mundo mais justo. Usufruir a liberdade de ser autêntico, sem medo de ser destronado a qualquer momento, por uma facção rival. Consequentemente, a trajetória de vida será digna de respeito. Diferente a dos senhores que só sabem jorrar sangue de gente inocente e perseguirem um poder ilusório como insetos de contra a luz dos lustres e dos postes. Não estão seguros, a qualquer momento, seus castelos de areia cairão.
Posso estar sendo ingênuo.…

Opera dos mortos de Autran Dourado

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Lançado originalmente em 1967, conta a história de uma família tradicional do interior de Minas Gerais. No passado da família Honório Cota a partir de um velho sobrado que, em sua arquitetura barroca, já corroída pelo tempo, vai revelando o destino de seus moradores, marcados pela tragédia, numa cidadezinha no interior de Minas Gerais.
O interessante do livro é como foi escrito, pois, mostra o interior dos personagens e como se sentiam em conflito o tempo todo. Não tem um narrador definido, pelo contrário, ele se funde nas vozes e pensamentos dos personagens. 
Em Ópera dos Mortos de Autran Dourado, a linguagem será a dos sentimentos pessoais, fermentados, cristalizados e expressos segundo os meios de comunicação de cada protagonista. Há a intervenção de um narrador,oqual se afasta do modelo do narrador oniciente, revela-nos ser alguém que teria vivido na época e presenciado alguns fatos, mas não todos. Por isso, relata algumas coisas enquanto outras, apenas imagina ou supõe.Vale lembrar…

Com amor, Van Gogh

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Confesso minha ignorância, a única coisa que sabia do pintor é que ele cortou a orelha, logo, um maluco. Como se tem a tendência de se estereotipar a essência humana...

Quando terminei de ver o filme, percebi o quanto estava errado, Van Gogh foi um artista sensível e sua arte era revolucionaria para época. Detalhe, começou a pintar aos 28 anos e não tinha uma formação artística. Este fato mostra como era um gênio.

Porém, sua genialidade peculiar o fazia estar à margem da sociedade. Vale lembrar que foi rejeitado pelos pais. O irmão, o único amigo, ajudou-o na travessia de encontrar sua individualidade artística.

Viveu uma vida tumultuada até o fim. Mas, o importante da sua história não se relaciona com sua morte e sofrimento. Pelo contrário, o que precisa ser visto é de como via o mundo e o expressava por meio dos seus quadros.

Pois é, o mundo é duro para quem é diferente. Somente anos depois que a obra do artista foi reconhecida.