domingo, 19 de outubro de 2014

Rush, No Limite da Emoção




Enquanto um é mulherengo e impulsivo, o outro é racional e pragmático. Apesar dos temperamentos diferentes e da rivalidade, um e outro se completam de certa maneira, pois para vencer buscam força para mostrar quem é o melhor.

Por isso, que gostei do filme, mostra não só a face esportiva, mas outros aspectos humanos dos personagens. E quando terminei de assistir ao filme, comecei a pensar que é preferível ter um inimigo ou rival declarado, porque assim se pode tentar melhorar para superá-lo a um “amigo” que o bajula na frente e por trás só o arrasa.