domingo, 6 de outubro de 2013

SOU EFÊMERO...





Mas, não sou descartável. Mesmo que apodreça quando for morrer, não deixa de ser um processo de transformação de mim, diferente do descartável que fica imutável por vários anos, como o plástico. Ser efêmero é fluir no rio da vida, ganhando, perdendo, vivendo e morrendo.