segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Filósofo da rua - Eduardo Marinho






Admiro pessoas que rompem com tudo e vão viver sua vida. Mas, sou diferente. Gosto de conforto e de não viver na dificuldade. Confesso! 


Talvez, eu seja um pequeno burguês, que mora num castelo de areia. Porém, prefiro aceitar minhas imperfeições e a viver o cotidiano, que muitas vezes é muito chato.



 Detalhe... Não sei trocar pneu e nem conserto vazamento.  

 Minha vida é um texto cheio de rasuras. Não há glórias. Vivo tropeçando e levantando...

Acho que nasci, não para fazer a diferença, mas, fazer a travessia e me encontrar.