sábado, 6 de fevereiro de 2016

O DANÇARINO DO DESERTO


“Por vezes à noite há um rosto / Que nos olha do fundo de um espelho / E a arte deve ser como esse espelho / Que nos mostra o nosso próprio rosto.” Borges , Jorge 

A arte em geral toca a alma e faz viajar a lugares inimagináveis. Por isso, qualquer regime repressor detona qualquer manifestação artística. 

Em O DANÇARINO DO DESERTO, o protagonista não era um revolucionário de ideias políticas, ele só queria a liberdade de poder dançar. Sem querer, seu desejo torna-se um ato político. A intolerância sempre esteve presente na história humana e os indivíduos que têm o espírito livre são perseguidos por não se automatizarem. 

Depois de assistir ao filme, fiquei ainda a pensar como ainda a intolerância é forte no mundo todo e como se precisa ainda se esconder para poder ter um pouco de liberdade.