sábado, 26 de setembro de 2015

Chovendo no molhado...





Lógico que o Brasil tem muita desigualdade social, preconceito e racismo. Não adianta só colocar policial na rua, o Estado precisa melhorar a Educação, a saúde, o transporte público, a moradia e a geração de empregos.

Todos sabem disso, porém, na prática é complicado fazer devido à corrupção em todas as esferas da administração pública.

Agora, em relação aos arrastões, alguma coisa precisa ser feita sim. Pois, esses jovens já estão com intuito de praticar o delito. Promovem a onda de crime nas redes sociais.

 Quem vai à praia num final de semana, não são só turistas, mas o "proletariado", inclusive. Gente, todo mundo sabe que quem vai aos shoppings da Barra, da Zona Sul e à praia aos finais de semana, não são só os moradores, mas o pessoal do subúrbio. Logo, os assaltados são, muitas vezes, os pobres que vão à praia, porque é a única alternativa para se refrescarem.

Já  viram que nos arrastões ou na queima de ônibus, na  maioria das vezes, quem se ferra é pobre e não o rico.

Sou contra a violência da polícia, acho que a abordagem precisa respeitar o direito das pessoas. Entretanto, no imediato, não se pode deixar o caos prevalecer.

Precisa-se separar o cidadão de bem e do marginal. A história de "sou excluído, por isso vou barbarizar" não cola mais, tem muito morador de área carente que é do bem.


Realmente não é justo para ninguém. Mesmo para o excluído e nem para um indivíduo que compra um IPhone parcelado em várias parcelas e quando acaba de pagar, já tem um novo em lançamento.

Por isso que precisamos discutir quais os rumos que precisamos dar à sociedade em que vivemos. Torná-la mais justa para que possamos viver em paz.