sábado, 9 de abril de 2011

CAOS

Todos nós temos um dentro da gente. Há momentos, que o desejo destruir é mais atraente do que almejar construir algo. Entretanto, o que diferencia as pessoas normais e dos “loucos”, é a capacidade de construir barreiras para que o poder de destruição não transborde e arrase tudo.

Na realidade somos diversos e precisamos administrar nossas várias faces. É complicado, há momentos que eu quero explodir, mas penso nas consequências. Chego à conclusão que não vale a pena.
A pessoa esquizofrênica é partida em vários fragmentos e vive em outras realidades. Mas, ela não é uma louca desvairada, muitos delírios se baseiam na realidade das pessoas normais. Logo, como a sociedade pode está influenciando ou ajudando no agravamento dessas pessoas partidas?

O que aconteceu na última quinta-feira foi mais um alerta que precisamos rever a educação. Há necessidade de enfocar os sentimentos e como devemos lidar com eles. Por que o que adiante ter conhecimento convencional, se o indivíduo é um monstro emocional.

Indicarei um filme que será muito importante para refletimos como devemos nos voltar aos sentimentos: "Onde vivem os monstros", até escrevi sobre ele aqui no blog.

Max, um garoto problemático e não consegue lidar com seus sentimentos. Depois de ter raiva da mãe que leva um namorado para casa e a distância da irmã mais velha, o menino se traveste de lobo e briga com a mãe, fugindo de casa em seguida. No meio da mata, encontra um barco e, à deriva, chega a uma ilha estranha, cheia de monstros. O filme faz uma travessia dos sentimentos humanos, apesar de serem considerados infantis, muitos adultos irão se identificar com muitas passagens do longa metragem.