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Mentes Perigosas - o Psicopata Mora ao Lado de Ana Beatriz Barbosa Silva
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É muito importante para a democratização do conhecimento livros que servem como pontes para os conhecimentos acadêmicos ou científicos. Mentes perigosas faz parte deste gênero, uma vez que a autora em uma linguagem acessível mostra diversas teorias sobre os psicopatas e descortina alguns estereótipos do cinema, os quais pairam em nosso imaginário sobre a imagem de um psicopata.
O conhecimento acadêmico não deve só ficar nas universidades, mas sim fora delas e exposto a qualquer um. Agora, é óbvio que o indivíduo que lerá um “livro-ponte”, precisa ter bom senso de que é uma fonte primária e que se almeja se aprofundar mais sobre o assunto, deverá pegar as referências bibliográficas e até textos especializados.
A autora delimita bem qual a mensagem de sua obra, pretende que as pessoas abram os olhos e fiquem alerta para as pessoas más que existem por aí. Narra casos que evidenciam características psicopáticas, entretanto, diagnosticar um psicopata precisa-se de um olhar mais aprofunda…
O conhecimento acadêmico não deve só ficar nas universidades, mas sim fora delas e exposto a qualquer um. Agora, é óbvio que o indivíduo que lerá um “livro-ponte”, precisa ter bom senso de que é uma fonte primária e que se almeja se aprofundar mais sobre o assunto, deverá pegar as referências bibliográficas e até textos especializados.
A autora delimita bem qual a mensagem de sua obra, pretende que as pessoas abram os olhos e fiquem alerta para as pessoas más que existem por aí. Narra casos que evidenciam características psicopáticas, entretanto, diagnosticar um psicopata precisa-se de um olhar mais aprofunda…
O quarto do Jack
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O filme narrou a história de um menino de cinco anos que junto com sua mãe foram confinados em quarto e reféns de um homem louco ou psicopata. Tema bem pesado, mas, o enredo nos mostrou uma forte relação de amor entre mãe e filho, além, da superação do pós-trauma.
O olhar do garoto ( ele é o narrador) expõe como se relaciona com o quarto-cativeiro. Como nasceu ali, considerava o lugar como seu lar e por meio do lúdico e do lirismo infantil, percebeu-se numa relação de afeto com o recinto. Lembrei-me de um livro de memórias de Rubem Alves( O velho que acordou menino), que num texto, o autor abordou a felicidade da infância. Quando se é muito pequeno, fica-se feliz por tudo. Isto acontece porque ainda não há como comparar sua vida com a do outro. À medida que se cresce, encontramos paradigmas, os quais distanciam da felicidade. Estamos sempre querendo ou buscando mais para a realização de nossos sonhos.
" Tudo o que eu disse sobre a "roça" como lugar que a esperança ab…
O olhar do garoto ( ele é o narrador) expõe como se relaciona com o quarto-cativeiro. Como nasceu ali, considerava o lugar como seu lar e por meio do lúdico e do lirismo infantil, percebeu-se numa relação de afeto com o recinto. Lembrei-me de um livro de memórias de Rubem Alves( O velho que acordou menino), que num texto, o autor abordou a felicidade da infância. Quando se é muito pequeno, fica-se feliz por tudo. Isto acontece porque ainda não há como comparar sua vida com a do outro. À medida que se cresce, encontramos paradigmas, os quais distanciam da felicidade. Estamos sempre querendo ou buscando mais para a realização de nossos sonhos.
" Tudo o que eu disse sobre a "roça" como lugar que a esperança ab…
Impulsividade na Internet
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Tempos atrás, quando fazia uma prova para um concurso público qualquer, havia um texto que argumentava como o e-mail poderia ajudar na ponderação das pessoas. Por exemplo, quando alguém escreve e-mail, dá-se o tempo de esfriar a cabeça e escolher melhor as palavras para não ter problemas desagradáveis.
Bem, não concordei muito com o texto, mas, ao pensar que o surgimento das redes sociais, cada vez mais a impulsividade reina. Mesmo as pessoas deletando o que postou, existe o famigerado "print" que registra TUDO. Por isto, publicou na rede, já era! Inclusive, hoje em dia, as mensagens não são só escritas, mas sim por vídeos e áudios. No "whatzapp" tem gente que só envia mensagem de voz ou liga por meio do aplicativo.
Até entendo que na época do texto da prova, a banda larga era muito mais inacessível e, com a internet discada, as pessoas conectavam para receber as mensagens, desconectavam para ler e responder e-mails. Daí, o tempo para esfriar a cabeça de repente.
Atua…
Bem, não concordei muito com o texto, mas, ao pensar que o surgimento das redes sociais, cada vez mais a impulsividade reina. Mesmo as pessoas deletando o que postou, existe o famigerado "print" que registra TUDO. Por isto, publicou na rede, já era! Inclusive, hoje em dia, as mensagens não são só escritas, mas sim por vídeos e áudios. No "whatzapp" tem gente que só envia mensagem de voz ou liga por meio do aplicativo.
Até entendo que na época do texto da prova, a banda larga era muito mais inacessível e, com a internet discada, as pessoas conectavam para receber as mensagens, desconectavam para ler e responder e-mails. Daí, o tempo para esfriar a cabeça de repente.
Atua…
Arte de rua
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O que acho interessante na arte da rua é a questão do direito autoral. Como os desenhos e pinturas estão em espaço público, todos podem tirar foto e compartilhar nas redes sociais à vontade. Lógico que tem artistas de rua famosos e suas obras são reconhecidas, mas, não há um distanciamento "sacralizado" entre elas e o público.
A arte contemporânea, inclusive, trabalha bastante a interação da arte com o espectador.
Por isso, antes de tomar uma atitude de sair "limpando" uma cidade, precisa distinguir o que é arte e o que não é, no caso, a pichação. E outro fato, só reconhecer a arte pela "História Oficial da Arte" é retrógrado.
A arte contemporânea, inclusive, trabalha bastante a interação da arte com o espectador.
Por isso, antes de tomar uma atitude de sair "limpando" uma cidade, precisa distinguir o que é arte e o que não é, no caso, a pichação. E outro fato, só reconhecer a arte pela "História Oficial da Arte" é retrógrado.
Propaganda enganosa
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Ao ver isto, pensei como a ironia e o deboche podem ser escrachados. É isto mesmo? Como a propaganda, muitas vezes, é podre e perversa!
Irei reproduzir um desabafo que fez no face sobre a "querida" Unimed...
Na semana passada soube da notícia que a " querida" Unimed deseja cancelar seus serviços por excesso de uso. Todos do trabalho acharam a notícia surreal, pois pagamos assiduamente a metade e a chefe, outra.
Logo, quando se precisa é óbvio que o plano será usado. Aí, surgem explicações técnicas, jurídicas e letras miúdas de contrato, as quais dão nó na cabeça. Além de parecer que estamos num romance de Kafka, O Processo. Tudo é tão sem nexo e sempre se culpa a crise econômica.
Mas, quem provoca está instabilidade? Uma minoria que só quer dinheiro e que reduz os outros em números frios. Não possuem empatia, parecem até psicopatas! A lógica capitalista é perversa e como se compra este conceito.
Entretanto, a morte é democrática. Tanta num quarto luxuoso de hos…
Na semana passada soube da notícia que a " querida" Unimed deseja cancelar seus serviços por excesso de uso. Todos do trabalho acharam a notícia surreal, pois pagamos assiduamente a metade e a chefe, outra.
Logo, quando se precisa é óbvio que o plano será usado. Aí, surgem explicações técnicas, jurídicas e letras miúdas de contrato, as quais dão nó na cabeça. Além de parecer que estamos num romance de Kafka, O Processo. Tudo é tão sem nexo e sempre se culpa a crise econômica.
Mas, quem provoca está instabilidade? Uma minoria que só quer dinheiro e que reduz os outros em números frios. Não possuem empatia, parecem até psicopatas! A lógica capitalista é perversa e como se compra este conceito.
Entretanto, a morte é democrática. Tanta num quarto luxuoso de hos…