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A PAIXÃO SEGUNDO GH de Clarice Lispector, IMPRESSÕES
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Li este livro há anos e resolvi revisitá-lo novamente.
Confesso que é uma coisa estranha para mim e, talvez, não consiga escrever
sobre ele.
Não é romance tradicional de contar uma história, pelo contrário, a narrativa provoca sensações, as quais não são muito vividas, principalmente para quem vive na superfície da realidade humana e das máscaras sociais.
A viagem transcendental da personagem acontece quando ela encontra uma barata e a mata. A partir daí, a personagem-narrador adentra num mundo inumano, ao ver a massa sair de dentro do inseto. Percebe o vivo se despindo de seu olhar humanizado, chegando até prová-la literalmente com intuito de se transmutar.
Há diversas resenhas sobre o romance na Internet, a proposta da crônica é mostrar a narrativa me influência na travessia da buscar da minha individualidade. Não sou só humano, existe, em mim, o inumano ancestral. Para eu ser completo, não posso só ficar na zona de conforto do mundo humano e atuando no meu papel social.
Ao longo das p…
Não é romance tradicional de contar uma história, pelo contrário, a narrativa provoca sensações, as quais não são muito vividas, principalmente para quem vive na superfície da realidade humana e das máscaras sociais.
A viagem transcendental da personagem acontece quando ela encontra uma barata e a mata. A partir daí, a personagem-narrador adentra num mundo inumano, ao ver a massa sair de dentro do inseto. Percebe o vivo se despindo de seu olhar humanizado, chegando até prová-la literalmente com intuito de se transmutar.
Há diversas resenhas sobre o romance na Internet, a proposta da crônica é mostrar a narrativa me influência na travessia da buscar da minha individualidade. Não sou só humano, existe, em mim, o inumano ancestral. Para eu ser completo, não posso só ficar na zona de conforto do mundo humano e atuando no meu papel social.
Ao longo das p…
Moralismo, artifício do mágico e censura na bienal
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MOMENTO REFLEXÃO, ROMANTIZAÇÃO E ESCATOLOGIA
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De um tempo para cá, percebo uma mania estranha em mim.
Quando ouço uma música bonita ou que gosto e me dá vontade de ir ao banheiro,
seguro ou dou stop, pois, não quero estragar a “magia do momento”. Por que tomo esta atitude tão peculiar? Lembro-me que desde
criança, imaginava-me num filme e novela e que as músicas do meu gosto eram
trilhas sonoras. Então, cagar ou mijar ouvindo melodias tão belas era um jeito
de estragar a harmonia entre mim e as canções. Realmente, a ficção é mais
previsível que a realidade, um turbilhão caótico. A primeira, sempre me atraiu
mais. Adorava me projetar nos protagonistas de filmes ou novelas que andavam em
belas paisagens e ao fundo uma trilha sonora de cortar o fôlego. Porém, não quero mais romantizar ou idealizar, desejo viver
a realidade; cagar e mijar fazem parte da vida. Não vou me prender a esta mania,
pelo contrário, vou me libertar dela. Ouvirei milhas músicas no banheiro SIM, defecando,
cagando e soando o nariz. Chega de frescuras. Devo agrad…
Eu no meu momento coach... Só que não😎
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Correr atrás de seus sonhos e limitações
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